São João del Rei has confirmed another death from dengue. The second this year. The case came to light on Friday (August 5) with the closure of the clinical analysis of the patient, a 63 year old male resident of Bela Vista.

According to information from the Municipal Health Department Epidemiology Section, he died on June 1.
The death adds to another, which occurred on February 27 this year, but only confirmed on 10 June. The victim was also a senior, 69, resident in the neighborhood Good Shepherd. These figures give disturbing contours mathematics involving dengue in São João del Rei.

Also according to the epidemiology reports, the city has accumulated 2,159 notifications of the disease by the Municipal Department of Health. Of this total, 127 have received negative results and other 805 were confirmed. The number is 87.2% higher than in June this year, when there were 430.

Chikungunya and Zika
The vector of dengue, Aedes aegypti, is already associated with other problems considered epidemic in the country. One of them has already expressed in São João del Rei: the city recorded in 2016, seven cases of Chikungunya fever, added to 23 suspected of the disease. As for Zika, no notification was made in the city. "The protocol is different in the case of this pathology, for the examinations. They do not occur randomly. Analyses are demanded when symptoms are manifested in pregnant or there are cases of microcephaly in babies. None of this happened in Saint John, "said the coordinator of the local epidemiology, Eliene Freitas.

Ações

Segundo ela, de fato os resultados em 2016 são atípicos e são reflexos, em partes, da maior preocupação quanto ao Aedes aegypti ao longo de 2015, com a evidência de Zika e Chikungunya no país. “Com a informação de que o mosquito é transmissor de mais doenças preocupantes, além da Dengue, e a alta ocorrência delas em diferentes regiões do Brasil, as pessoas passaram a nos procurar com maior frequência para relatar sintomas e realizar testes”, explica.

A partir desse fenômeno, as ações de combate ao mosquito e de conscientização popular também foram ampliadas, segundo o coordenador de Endemias na Secretaria Municipal de Saúde, Jean Vilela. “No último Levantamento de Índice Rápido para o Aedes aegypti (LIRAa) realizado por nós, em abril, a infestação verificada na cidade foi de 1,7%, o que a coloca, na classificação do Ministério da Saúde, como em Médio Risco de epidemia”, alerta Vilela. E completa: “Juntando todos esses fatores, nossas atividades para tentar bloquear potenciais criadouros, além de informar a população, foram intensificadas. O Aedes aegypti é um problema sério e precisamos todos lutar contra ele. Para se ter uma ideia da gravidade, já há relatos, ainda não comprovados cientificamente, de que ele não se reproduz apenas em água limpa. Se já era impossível erradica-lo, contar com essa evolução fará com que tudo se torne ainda mais difícil”.

Vilela também destaca que os cuidados em imóveis para evitar a proliferação de criadouros não devem diminuir no tempo frio. Nesta época do ano, em que as temperaturas diminuem e as chuvas cessam, há de fato menor risco de proliferação. Mas há ressalvas. “A fêmea do Aedes aegypti deposita ovos que podem resistir até um ano. Ou seja: eles podem aguardar seguramente o fim do inverno e a retomada dos períodos chuvosos para eclodirem em contato com a água”, encerra.

informações Gazeta de São João del Rei

Reply

  • finnegag Gary Finnegan 21 Feb 2017

    Hi Valter,

    How is dengue season going in Brazil so far?

    Gary

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